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Existe um jeito "certo" ou "errado" de viver a vida?

Classificar as coisas em "certas" ou "erradas" é uma forma que aprendemos a ver o mundo e é algo que aprendemos desde cedo, moldado por valores, normas e expectativas sociais que, muitas vezes, não têm nada a ver com quem realmente somos ou com o que nos faz bem. Essas definições tendem a ser mais sobre convenções culturais do que sobre uma verdade universal — o que é "certo" em um lugar ou contexto pode ser considerado "errado" em outro. Além disso, essas convenções acabam influenciando nossa percepção e julgamento.


O importante é perceber o que nos aproxima da nossa essência, do que faz a gente se sentir bem de verdade. Por isso, é tão importante refletir sobre o que, de fato, ressoa com a nossa essência, aquilo que nos traz conforto, felicidade e alinhamento com quem somos. Quando deixamos de lado a necessidade de atender a cobranças externas ou de corresponder a padrões que não foram criados por nós, abrimos espaço para uma vida mais autêntica e significativa.


Que tal deixar de lado as cobranças externas e se perguntar: "Isso faz sentido para mim? Isso me aproxima de quem eu quero ser?"  Afinal, viver com mais leveza e conexão com o que realmente importa é o que nos ajuda a encontrar um caminho único e verdadeiramente nosso.

 
 

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